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 DIPLOMUN ONLINE

O maior Modelo das Nações Unidas da América Latina!
23 e 24 de Maio de 2026
Imagem
ONU Mulheres
Violência Sexual Sintética: Deepfakes, Pornografia Não Consensual e Abuso Digital
Quando a violência não toca diretamente o corpo, mas ainda destrói dignidade, reputações e vidas, quem protege aquelas que foram violadas por uma imagem que nunca consentiram em criar?

A ascensão das tecnologias de inteligência artificial inaugurou uma nova fronteira de violência de gênero no espaço digital. Entre os fenômenos mais alarmantes está a violência sexual sintética: a produção e disseminação de deepfakes pornográficos, imagens íntimas manipuladas e conteúdos sexualizados falsos sem o consentimento da vítima. Embora a tecnologia seja recente, a lógica que a sustenta é antiga. Trata-se da mesma estrutura de objetificação, humilhação e controle sobre corpos femininos, agora amplificada por ferramentas capazes de fabricar cenas hiper-realistas em poucos minutos. O que antes exigia conhecimento técnico avançado hoje pode ser feito por aplicativos acessíveis, plataformas abertas e redes anônimas que facilitam a circulação do abuso.

Nos últimos anos, esse fenômeno deixou de ser um problema marginal da internet para se tornar uma das expressões mais cruéis da violência digital contemporânea. Jornalistas, artistas, estudantes, lideranças políticas, influenciadoras e até adolescentes passaram a ser alvo de pornografia não consensual gerada por inteligência artificial. Em muitos casos, a vítima sequer sabe que seu rosto foi inserido em vídeos ou imagens falsas até que o conteúdo já tenha circulado por redes sociais, grupos privados, aplicativos de mensagem e sites clandestinos. Não se trata apenas de falsificação digital, mas de abuso, intimidação, perseguição, chantagem e destruição psicológica. A violência sexual sintética invade escolas, locais de trabalho, famílias e comunidades, comprometendo a segurança, a saúde mental e a autonomia de quem é exposta.

A gravidade da crise é agravada por um cenário internacional fragmentado. Em muitos países, as leis ainda não acompanham a velocidade da inovação tecnológica, dificultando a denúncia, a remoção do conteúdo, a identificação dos responsáveis e a reparação às vítimas. As plataformas digitais, por sua vez, frequentemente agem de forma lenta ou insuficiente, permitindo que materiais abusivos permaneçam circulando tempo suficiente para causar danos irreversíveis. Entre as subproblemáticas centrais estão a ausência de mecanismos internacionais de responsabilização, a monetização do abuso por sites e aplicativos, a dificuldade de moderação em escala global, a falta de educação digital e os dilemas éticos do uso de inteligência artificial generativa.

Neste comitê, espera-se que os delegados debatam respostas concretas para prevenir, combater e reparar essa nova forma de violência. Será necessário pensar em marcos regulatórios, cooperação internacional para remoção rápida de conteúdo, responsabilização das plataformas, apoio psicológico e jurídico às vítimas, campanhas de conscientização e políticas específicas de proteção para mulheres e meninas no ambiente online.

O que está em jogo não é apenas a regulação de novas tecnologias, mas a defesa do direito de existir no espaço digital sem ser transformada em objeto de violação. Diante de uma violência que não deixa marcas físicas, mas produz traumas profundamente reais, a ONU Mulheres conseguirá liderar uma resposta à altura? A decisão começa agora.
Representações disponíveis:
  • ​Canadá
  • Comunidade da Austrália
  • Confederação Suíça
  • Emirados Árabes Unidos
  • Estado da Palestina
  • Estado de Israel
  • Estado do Brunei Darussalam
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